terça-feira, 17 de novembro de 2009

Telefônica troca cartões de codificação


Os cartões dos descodificadores de sua Telefonica Tv Digital serão trocados

Começa assim a carta que a Telefônica está a enviar aos seus assinantes, dando conta da eminente troca de cartões de acesso condicional. Tal como em devido tempo anunciamos a plataforma de televisão DTH ( via satélite) brasileira Telefônica , vai proceder a uma alteração de fundo no seu sistema de acesso condicional, migrando para a codificação conhecida por Nagra 3. A mesma versão de codificação que começou por ser implementada com enorme êxito na plataforma portuguesa TV Cabo , posteriormente na espanhola Digital + , na polaca Cyfrowy Polsat e que hoje em dia protege varias plataformas de televisão ao redor do mundo.

Com a implementação desta codificação chega ao fim a pirataria ao sinal da Telefónica, uma das poucas que utiliza ainda a obsoleta versão de codificação denominada Nagra 2. Uma codificação completamente ultrapassada e cujos "segredos de funcionamento " praticamente não constituem qualquer entrave para o aprendiz mais básico de pirata. Pois tudo o que havia a saber sobre a mesma , há muito que foi descoberto.


Fim de um grande negócio

Com o fim da pirataria chega também ao fim um grande negocio , o dos receptores FTA milagrosos , os tais que supostamente lutam contra tudo e todos e cujas "flores" ( gíria utilizada para designar as chaves operativas da codificação das plataformas) nunca iriam acabar.Mas as ditas "flores" vão mesmo murchar , da mesma forma que há muito murcharam em toda a Europa e nos Estados Unidos.

Os supostos mestres ou jardineiros ( os que procediam a arranjos de bines e desencriptavam os dados de codificação do Nagra 2) , vão meter a ferramenta no saco e mudar de arte, pois para já acabam-se as ferramentas e a matéria prima.

Acaba-se assim como há muitos anos acabou na Europa e este ano terminou nos Estados Unidos, um negocio de milhares ou mesmo milhões de dólares desenvolvido por determinadas marcas de receptores ( algumas marcas , não confundir o trigo com o joio ) que aproveitavam o fato de ter sido hackeado o sistema de codificação Nagra 2 para promoverem a venda dos seus receptores.

E assim desenvolverem um enorme negocio à conta da ilusão criada de que os receptores funcionariam para sempre . Mesmo com alterações de codificação deixam a ideia no ar de que "em breve" lançam novas soluções e tudo volta ao mesmo.

Puro engano , esses mesmos receptores na Europa ( onde também antes acreditaram nesses milagres)estão na gaveta há anos.

Migração para Nagra 3 até 25/11

De acordo com a carta da Telefônica , a migração será feita até ao dia 25/11/2009. Ora sabemos e já havíamos dito que estas operações de alteração de codificação dada a complexidade da logística envolvida demora sempre mais do que o planeado , pelo que não acreditamos nem de longe que esse prazo possa vir a ser respeitado. Isso se atendermos a extensão do território brasileiro e a eventuais problemas técnicos que por vezes ocorrem na implementação de uma nova versão de codificação.

Não nos atrevemos a avançar prazos , mas estamos em duvida que tal venha a ser concluído ainda este ano.


Migração por fases

Por outro lado e pelo que conhecemos de migrações , sabemos que estas ocorrem sempre por fases. Em primeiro lugar sobe para Nagra 3 um grupo de canais , normalmente os canais Premium, mais tarde com um certo intervalo segue outro grupo e assim sucessivamente até passarem todos , num processo que poderá levar mais de um mês.

E cá esta a carta enviada pela Telefônica

Fonte: http://digital-satelite.com/


quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Adaptando Cooler no Azbox Elite

Como já podemos perceber. O Azbox elite e premium tem um pequeno probleminha que pode causar a quima prematura de alguns componentes. É o tal do aquecimento..... O aquecimento diminui consideravelmente a vida útil dos componentes. Pensando nisso, adaptei um cooler no meu querido Azbox!! Veja abaixo um pequeno tutorial com fotos!
Materiais utilizados:

1 Cooler 12 volts de 2,5 polegadas.
1 tela para cooler.
4 parafusos 3mm x 30mm.
4 porcas 3 mm.
1 furadeira.
1 serra copos de 2,5 polegadas.
1 ferro de solda + estanho.

veja abaixo:


Ferramentas e componentes utilizados


Tela e cooler 12 voltas 2,5 polegas


Azbox Elite aberto, vista frontal


Azbox Elite aberto, vista traseira (observe que tem uma saída RCA de 12 volts... é ela que vamos utilizar mas na frente...

A ligação foi feita nas barras de conexão da saída 12 volts já existente no receptor.
Observem a foto abaixo:


Observem a polaridade na hora de ligar:
Fio vermelho (+) liga na barra do terminal 12 volts localizada do lado da saída HDMI
Fio preto (-) liga no aterramento localizado no parafuso de fixação da placa
veja a figura abaixo:



Agora é só fixar o cooler e a tela na tampa onde foi feito o furo com auxilio do serra copos.
Veja como ficou:


Agora que já está montado, deve ter observado que o cooler ainda não funcionou... Mas não se desespere. Vamos a parte de configuração:

1° Aperte o botão Home do controle remoto e vá até SISTEMA
2° Navegue até CANAIS DE TV e depois TUNER
3°Selecione o satélite que está utilizando e
depois vá em comutador 0/12V.
4° Mude do modo off para ON (ligado) Veja figura abaixo:


Comutador 12 volts ligado

Pronto: Seu Azbox está protegido contra aquecimentos demasiados!!



Quando quiserem desligar o cooler é só ir lá no comutador 12 volts e mudar a posição para OFF.


quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Cabos HDMI: faz diferença comprar um modelo de 150 e um de 30 reais?

Por Elaine Martins da Silva
quarta-feira, 14 de outubro de 2009


Vale a pena economizar na compra de cabos HDMI, ou o barato pode sair caro?



Com a rápida evolução que os aparelhos eletrônicos sofreram nos últimos anos, foi natural o aparecimento de novos padrões para transmissão de áudio e vídeo, como o HDMI. Acrônimo para High-Definition Multimidia Interface (Interface Multimídia de Alta Definição), este sistema de conexão de alta tecnologia é capaz de transmitir vídeo e áudio por meio de um único cabo, bem diferente dos cabos de vídeo componente, por exemplo.

As diferentes marcas de cabos HDMI presentes no mercado deixam os usuários em dúvida sobre qual comprar. Normalmente diz-se que as mais caras são as melhores e que às vezes o barato pode sair caro. Será que isto acontece mesmo? Faz mesmo tanta diferença comprar um cabo de R$ 150,00 ao invés de um que custa R$ 30,00?


Se você ficou curioso para saber a resposta às perguntas acima, acompanhe abaixo o que dizem os estudos relativos a este assunto e também o que comprovam algumas experiências realizadas em laboratórios. É hora de esclarecer mais esta dúvida dos usuários!

O MAIS CARO OU O MAIS BARATO?

Na hora de comprar um cabo HDMI muitos usuários ficam em dúvida se levam o mais barato ou se vale mais a pena investir e comprar um com preço mais levado - normalmente entre os melhores.

Diversos testes já foram realizados pelas mais variadas empresas, na tentativa de descobrir qual é, de fato, o melhor HDMI presente no mercado. Se não em todos, na grande maioria dos resultados apresentados, a conclusão é a mesma: para pequenas distâncias – de dois a dez metros – não há diferenças notáveis entre os cabos mais baratos e os caros.

Transmissão digital: tudo binário.Pensando em como os cabos HDMI funcionam, os resultados fazem todo o sentido. Este tipo de cabo foi criado para a transmissão de sinal digital, ou seja, os dados que passam por eles são binários (valores 0s e 1s).

Isto significa que: se o ruído – interferência – for aceitável, os dados são enviados pelo cabo, do contrário são perdidos. Quando se trata de imagem digital não existe o meio do caminho, ou você tem os bits transformados em imagem, ou não tem.

Então o que justifica a compra dos cabos mais caros?

Os cabos de valor mais elevado são, em sua maioria, feitos com material de primeira qualidade e isto garante que a vida útil deles seja maior do que a dos condutores mais baratos. Além disso, a qualidade superior do material também ajuda a diminuir a interferência no cabo, aumentando a probabilidade de que todos os bits sejam transmitidos e, consequentemente, de que não haja perda de imagem.

O PROBLEMA DA DISTÂNCIA

O número de defensores dos cabos HDMI mais baratos cai razoavelmente quando o assunto é transmissão de dados a distâncias superiores a quinze ou vinte metros. Quanto mais longo for o cabo, maior é a interferência sofrida e é nesta hora que muitas marcas acabam ficando para trás.

A ocorrência de perda de sinal é maior em cabos longos e, quanto maior o comprimento, maiores são as chances de o sinal não chegar à outra ponta. Para usuários comuns, isto não representa grandes problemas, pois a maioria instala os aparelhos eletrônicos a uma distância pequena.

Problemas com a distânciaNa verdade, as dores de cabeça ficaram para aquelas pessoas que trabalham com eventos e muitas vezes precisam puxar cabos por longas distâncias a fim de conectar dois aparelhos. No caso do HDMI, isto pode significar um problema dos grandes.

Cabos de rede são a solução

A solução encontrada para este impasse dos cabos HDMI com a distância foi utilizar cabos de rede no meio do caminho. Não, eu não escrevi errado, é isto mesmo que vocês leram: cabos de rede começaram a ser usados para transmitir dados provindos de uma conexão HDMI.

Isto só foi possível com o surgimento dos conversores HDMI/CAT5, os quais tornam possível a transmissão de dados dos cabos HDMI por meio dos cabos de rede (CAT5). O procedimento para esta façanha é bem simples.

O primeiro passo é conectar o aparelho HDMI (player de DVD, Blu-Ray, computador) a um conversor do tipo HDMI/CAT5, utilizando um cabo com não mais de dois metros, o que garante a qualidade do sinal que chega até o aparelho de conversão. O mesmo deve ser feito com o aparelho que ficará na outra extremidade. Para ligar os dois conversores, basta utilizar um cabo de rede comum, daqueles azuis que você encontra em qualquer loja de informática.

Infográfico mostrando a solução com cabos de rede.





Com isto é possível a transmissão de dados por longas distâncias sem que haja a perda de tantos bits, como aconteceria se fosse feito somente com o cabo HDMI.

CONCLUSÃO

Investir ou não investir?!Depois de tudo o que foi exposto acima, a conclusão à qual se pode chegar é: vale a pena investir em cabos HDMI mais caros nos casos em que a distância entre os aparelhos fique entre quinze e vinte metros. Para distâncias maiores, o melhor a fazer é utilizar o cabo de rede, como descrito acima, pois a interferência começa a ser maior e as chances do sinal não chegar à outra extremidade do cabo é maior.

Para conectar aparelhos que se encontram mais próximos não há necessidade de comprar cabos HDMI dos mais caros, pois não há diferença no resultado final da imagem.

SAIBA MAIS

Já que o assunto é cabos HDMI, que tal você ficar por dentro desta tecnologia?

As velocidades

Além de toda a inovação em qualidade de transmissão, os cabos HDMI também permitiam a troca de dados a uma velocidade superior daquelas existentes quando em seu lançamento, no ano de 2003. A primeira versão do HDMI, a 1.1, permitia a transmissão de dados a uma taxa de 4,95 Gbps (Gigabytes por segundo).

Esta velocidade foi melhorada apenas dois anos mais tarde, quando surgiram os cabos HDMI 1.3, com surpreendentes 10,2 Gbps de velocidade para a transmissão de imagem. Espera-se que a próxima geração de cabos HDMI consiga chegar à velocidade de 14,93 Gbps, mas estes novos conectores ainda estão em fase de estudo.

Exemplo de cabo HDMI


1.2, 1.3... o que muda de uma versão para outra?

A primeira versão do HDMI, a 1.1, trouxe consigo a inovação na transmissão de áudio e vídeo e ainda oito canais de áudio para impressionar os usuários. Depois disso, a versão seguinte que traz maiores inovações é a 1.3, que passa a suportar frequências até 340 Mhz. Além disso, novos aparelhos também passaram a adotar o padrão HDMI, como câmeras de vídeo portáteis, eliminando problemas de sincronismo entre áudio e vídeo.

Se você ficou curioso quanto ao uso do HDMI e de como ele funciona, não deixe de conferir o artigo “O que é HDMI?”. Nele você encontra muito mais informações e detalhes sobre esta tecnologia inovadora.

Mesmo que todos os testes realizados tenham dado o mesmo resultado, isto não significa que é uma verdade absoluta e inquestionável. A decisão em usar um cabo HDMI mais barato ou mais caro depende não apenas no poder aquisitivo da pessoa que está adquirindo como também das condições em que os aparelhos estão dispostos.

O fato de comprar um cabo HDMI dos mais caros também não dá a garantia de que tudo irá funcionar em absoluta perfeição. O uso dos conversores HDMI/CAT5 também pode trazer vários problemas pela má qualidade do aparelho ou do cabo de rede utilizados.

Por isso, caro usuário, não tome o que foi escrito acima como verdade absoluta. Caso tenha ocorrido com você uma situação diferente das descritas neste artigo, como a compra de cabos mais caros e problemas com eles em distâncias menores, não deixe de comentar. Compartilhar conhecimento e experiências é também uma forma de aprender!




Fonte: Baixaki

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